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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

Preparando para o Planetário

Essa semana postaremos diversos vídeos para aguçar a curiosidade sobre o Cosmos e o Universo.

O primeiro vídeo é:

  Os Segredos do Universo - Ep. 04






Nesse ep, é abordado o assunto sobre como tudo se originou, quais as teorias sobre o Big Bang e o que poderia ter havido antes dele.


Continuaremos postando videos sobre Astronomia e a história da vida e do tempo.
É isso. 

L. H. Hoffmann

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Atividade do vulcão Tungurahua faz Equador aumentar estado de alerta


 A atividade do vulcão equatoriano Tungurahua aumentou neste domingo (19) com emissões de cinzas, explosões e intensos 'rugidos', informou o Instituto Geofísico (IG) da Escola Politécnica Nacional. As autoridades locais decretaram alerta laranja.


Após precisar que não é possível prever este tipo de fenômeno, o IG sugeriu aos povoados próximos ao vulcão que produzam 'ações preventivas' para garantir sua segurança.

O Tungurahua, de 5.016 metros de altitude e situado no centro da parcela equatoriana da Cordilheira dos Andes, 80 quilômetros ao sul de Quito, começou seu atual processo eruptivo em 1999 e desde então intercalou períodos de alta atividade com lapsos de relativa calma.
Desde as 21h de sexta-feira (23h de Brasília), o vulcão registrou 'um aumento na energia e amplitude do sinal sísmico de tremor, associado a emissões de gases, cinzas e várias explosões de diversa intensidade', precisa um relatório especial emitido pelo IG.

Além disso, há o registro de fortes 'rugidos', os mesmos que foram ouvidos a mais de 30 quilômetros de distância e que causaram a vibração do solo e das janelas de casas em zonas próximas.
Apesar de a região estar coberta de nuvens, os cientistas que vigiam o vulcão no observatório do IG, situado a dez quilômetros de distância, conseguiram notar um 'intenso' brilho de lava incandescente na cratera.

O IG não descarta também a possibilidade de haver 'fluxos piroclásticos', pela expulsão de rochas candentes que saem da cratera e são lançadas a várias centenas de metros.
Fonte : (http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/08/atividade-do-vulcao-tungurahua-faz-equador-aumentar-estado-de-alerta.html)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A farsa do aquecimento global


O gelo da Groelândia sumiu? Entenda o que há por trás dessa catastrófica e absurda notícia.

Publicado: julho 28, 2012 em Arquivo BFC!
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Apesar da NASA, dos adivinhólogos climáticos e seus “Goebbels Boys” da mídia, a Groenlândia vai muito bem, obrigado!!!
A cada dia que passa, na minha opinião, os adivinhólogos do clima e seus “Goebbels Boys” da mídia, demonstram cada vez mais o seu desespero. Os dados divulgados pelo Met Office e a Universidade de East Anglia Climatic Research Unit (ver aqui) em janeiro deste ano de 2012, confirmando que o aquecimento global, desde 1997, se estabilizou – ou seja, acabou – e posteriormente os do HadCrut (ver aqui) em abril apresentando um gráfico que mostra claramente que a temperatura da terra vem apresentando sinais de um leve arrefecimento, deixou a “Máfia Climática” totalmente “lelé da cuca”, enlouquecida de vez.
Escrito Por: Maurício Porto
28/02/2012
Agora, mais uma vez, foi a NASA. Num ato, ao meu ver, de total e proposital histeria, divulgou uma imagem capturada por seus satélites de dois mapas da Groenlândia, que instantaneamente a mídia mundial reproduziu, como sempre, com o maior prazer para o mundo inteiro. Na imagem à esquerda, segundo a NASA, a cor branca corresponde a camada de NEVE depositada sobre a geleira no inverno e que agora no verão derrete para depois ir se recompondo naturalmente, mesmo antes do inverno seguinte. Na imagem da direita – aí é que mora o perigo – a cobertura de NEVE desaparece no mapa que praticamente não tem branco. Só fica um rosa escuro. A mensagem, para eles foi passada! Quem acabou? A NEVE ou a GELEIRA, “Eis a questão”!!! Os mapas e a notícia saíram na primeira página de vários jornais do mundo . Quem é que tem tempo para ler a notícia inteira?
Sabemos muito bem o poder das imagens. Mesmo para leitores bem informados com relação à gigantesca geleira que cobre praticamente toda a Groenlândia, com uma área de aproximadamente 1,7 milhões de km² e com uma média de 1,6 km de altura. Vendo os mapas pela primeira vez – a impressão que fica é que a “geleira dançou e este negócio de aquecimento global deve ser verdade mesmo”!
O que realmente aconteceu desta vez, foi um fenômeno meteorológico e não climático. Uma massa de ar de alta pressão, ficou estacionada sobre a Groenlândia no mês de maio e no início de julho provocou grandes derretimentos nas camadas superficiais de NEVE, principalmente nos dias 8 e 12 de julho. As camadas derretidas no dia 12, já se recuperaram rapidamente. As do dia 8 estão se recuperando mais lentamente. Portanto nenhum pânico! Só tem uma coisa, os dois mapas divulgados pela NASA são, a meu ver, propositadamente capciosos.
Quando afirmo que foi um fenômeno meteorológico e não climático, estou seguindo o que eu estudei: (a diferença é a escala de tempo; clima é uma tendência de longo prazo e no mínimo de 30 anos).
A parte engraçada desta notícia, ficou por conta dos “Goebbels Boys” da NASA, que afirmaram na nota divulgada para a imprensa que “este derretimento não tem precedentes“. O texto prossegue e logo em seguida passa a se contradizer afirmando: “eventos de fusão deste tipo ocorrem a cada 150 anos em média. Depois cita uma cientista que diz: “um derretimento nas mesmas proporções, ocorreu em 1889 e também em épocas anteriores”. Simplesmente hilário o mico dos “NASA Goebbels Boys”!!!
Apresento abaixo, o texto do excelente blog Banquisa en el Ártico: el blog del hielo marino sobre este grande derretimento da neve superficial na Groenlândia:
- Nos últimos dias a notícia que um derretimento de superfície invulgarmente elevado, foi observado na calota polar da Groenlândia.
Equivocadamente, alguns meios de comunicação sugeriram que em apenas quatro dias a Groenlândia tinha perdido 97% de sua massa de gelo, Isto é um verdadeiro absurdo.Na verdade, o que aconteceu é que em alguns dias de julho 97% da área de cobertura de gelo (neve) da Gronelândia mostrou sinais de descongelamento, isto é, a presença de água no estado líquido na sua superfície.Todo verão, a maior parte do gelo da Groenlândia sofre em algum grau a fusão de sua superfície. Temperaturas acima do congelamento e a luz solar fazem com que a neve acumulada sobre a superfície durante o inverno anterior comece a derreter, resultando na presença de água líquida na superfície que será canalizada, coletada e filtrada.Vemos nessas fotos tiradas em um vôo sobre o sudoeste da Groenlândia em agosto de 2011:
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
Então, não é incomum o que houve este verão na Groenlândia? Sim, sim, é incomum. O derretimento da superfície geralmente ocorre a cada verão em partes da calota de gelo localizadas abaixo dos 1500 ou 2000 metros acima do nível do mar. No entanto, nas partes mais altas do interior da Gronelândia cobertos por gelo, que atingem altitudes acima dos 3000 metros, o derretimento de superfície normalmente não é visto, como agora, durante este verão.
No entanto, isso está provando um verão muito quente na Groenlândia, através da persistência da alta pressão de Maio na área. Assim, por volta do dia 12 de julho de 2012, os satélites observaram sinais de derretimento de superfície em 97% da área ocupada pelo gelo da Groenlândia, incluindo o seu ponto mais alto, Summit, onde durante quatro dias consecutivos temperaturas máximas foram registradas acima de zero.
Este é o registro máximo de descongelamento na superfície desde que o monitoramento por satélite começou há trinta anos.
Então: nunca foi registrado um derretimento de superfície no pico da calota de gelo da Gronelândia? Bem … sim. De acordo com núcleos de gelo, em 1889 foi a última vez que um evento deste tipo ocorreu.
Abaixo está o gráfico de acumulação de gelo no GISP2. Para este caso, o que nos interessa é que as setas indicam eventos de superfície de fusão como o gravado neste verão, na estação Summit, nos últimos 1500 anos:
Entre aproximadamente 950 e 1250, coincidindo também com a presença aproximadamente dos vikings na Groenlândia, foram encontrados 5 eventos de derretimento da superfície em Summit, uma a cada 60 anos. Desde 1250, novamente não foi observado qualquer derretimento da camada de neve até 1889, mais de 600 anos depois. Desde então, não mais aparece mais nada até 2012.
Por agora, este evento sozinho, e se não for repetido nos próximos anos, não tem um grande significado. No entanto, lembre-se que ele se contextualiza após um período de duas décadas de aumento de temperaturas, de derretimento da neve de superfície e descarga no mar da Groenlândia. Mas algo muito semelhante ocorreu também na década de 20 e 30 do século XX, bem como no Período Quente Medieval, por isso devemos ser cautelosos ao projetar tendências futuras a partir dos dados atuais, bem como atribuí-las a qualquer causas.
Reconstrução da extensão de derretimento de superfície na Groenlândia, 1745-2009:
Veja abaixo a foto da Estação Summit na Groenlândia, hoje dia 28 de julho de 2012. Conclusão: “Como sempre, muito barulho por nada!!!”
Foto da web cam na estação SUMMIT na Groelândia tirada hoje, 28/07/2012.
A esquerda se encontram as condições metereológicas.
Fonte da foto: BLOG – REAL SCIENCE DE STEVEN GODDARD
Abraços tropicais
!

domingo, 5 de agosto de 2012

Qual é a diferença entre Reino Unido e Grã-Bretanha?



gra-bretanha-site







INGLATERRA
É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido (veja a seguir). No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta!
GRÃ-BRETANHA
É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo "Grã-Bretanha" muitas vezes é usado como sinônimo de "Reino Unido" - o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.
BRETANHA
O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas "Bretanha", está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.
REINO UNIDO
É um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A chefe de Estado é a rainha Elizabeth II e o de governo um primeiro-ministro, eleito por um Parlamento central, em Londres. Nas grandes questões de governo, como política econômica, quem manda é esse Parlamento. Mas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte também têm assembléias nacionais, com certa autonomia para tratar de questões mais locais, como saúde.
ILHAS BRITÂNICAS
É um arquipélago formado por cerca de 5 mil ilhas. As duas maiores são a Grã-Bretanha e a ilha da Irlanda - onde ficam dois países, a Irlanda do Norte (membro do Reino Unido) e a República da Irlanda, também chamada de Eire (um Estado independente). Além das duas "grandalhonas", fazem parte desse arquipélago milhares de ilhas menores, como as Órcades, Shetland, Hébridas, Man e ilhas do Canal (como Jersey).

Assuma responsabilidades e trabalhe em grupo



Muito bom esse desenho. Ter responsabilidade e saber trabalhar em grupo é muito importante.

Confira, abaixo, o que mais é cobrado nas questões de geografia do Enem:



Agricultura

Dentro deste tema estão assuntos como reforma agrária e problemas de distribuição de terra, extrativismo predatório, agronegócio, agropecuária, fome e subalimentação no Brasil e América Latina, além de possíveis impactos sociais da agricultura.

Por exemplo, o êxodo rural. “Ao falar de agricultura ou agronegócio no Enem a questão provavelmente terá um texto introdutório com maior número de linhas, sendo cobrada do aluno boa interpretação de texto. Uma dica é tentar transformar o enunciado em uma alternativa correta”, indica Feltrin.

Aspectos Socioeconômicos

São cobrados assuntos como desemprego, migração, mortalidade infantil, natalidade, indicadores de saúde, IDH (índice de desenvolvimento humano).

Outros assuntos bastante abordados são os dados sobre a população, como crescimento e envelhecimento. “Gráficos e tabelas aparecem especialmente nestas questões. É necessário prestar atenção diretamente na tabela e não apenas nas alternativas, identificando nela quais são as informações necessárias para responder a questão”, explica o professor.

Desenvolvimento e Impactos Ambientais

Questões sobre problemas ambientais como o desmatamento, efeito estufa, enchentes, recursos hídricos, petróleo, poluição, a usina hidroelétrica de Belo Monte, lixo e energia também são muito frequentes. Esses assuntos costumam estar relacionados com Biologia.

Para 2012, Feltrin indica assuntos como a Rio+20 e o Novo Código Florestal com possibilidades de serem cobrado pelo exame.

Geopolítica

Os tópicos cobrados no Enem sobre geopolítica estão normalmente relacionados a algum contexto histórico apresentado no enunciado da pergunta. Assuntos como globalização, terrorismo, petróleo e guerras, Mercosul, união de livre comércio entre países da América Latina, Primavera Árabe e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) costumam cair com frequência.

O professor Feltrin completa que o aluno deve “procurar informações em jornais, noticiários e mudanças geopolíticas recentes nos mapas como, por exemplo, a questão do novo país africano, Sudão do Sul.

Além disso, o especialista indica assuntos como as eleições presidenciais nos EUA, ditadura militar no Brasil e a Comissão da Verdade, o populismo, trabalho escravo no Estado de São Paulo e a imigração de haitianos para o país como grandes candidatos para serem cobrados neste ano.

Independentemente do tema apresentado nas questões, é a capacidade de interpretação de texto do aluno que irá indicar o seu sucesso. “A análise de tabelas, textos e mapas é muito frequente. O Enem costuma avaliar as habilidades e competências do aluno, não apenas conteúdos, pois é uma prova voltada para o ensino médio e não funciona como os vestibulares tradicionais”, completa o professor.


sábado, 4 de agosto de 2012

Viagem aos Limites do Universo

Boas..

Para aqueles que estão ansiosos para a excursão ao Planetário, resolvi postar um vídeo sobre os Limites do Universo.

Um excelente documentário da National Geographic.

Assistam e deixem comentários.

É isso ai.

L. H. Hoffmann


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Formação do povo brasileiro


A diversidade é um elemento central para se entender a formação do povo brasileiro.

Uma só palavra ou teoria não seria capaz de abarcar todos os processos e experiências históricas que marcaram a formação do povo brasileiro. Marcados pelas contradições do conflito e da convivência, constituímos uma nação com traços singulares que ainda se mostram vivos no cotidiano dos vários tipos de “brasileiros” que reconhecemos nesse território de dimensões continentais.

A primeira marcante mistura aconteceu no momento em que as populações indígenas da região entraram em contato com os colonizadores do Velho Mundo. Em meio ao interesse de exploração e o afastamento dos padrões morais europeus, os portugueses engravidaram várias índias que deram à luz nossa primeira geração de mestiços. Fora da dicotomia imposta entre os “selvagens” (índios) e os “civilizados” (europeus), os mestiços formam um primeiro momento do nosso variado leque de misturas.

Tempos depois, graças ao interesse primordial de se instalar a empresa açucareira, uma grande leva de africanos foi expropriada de suas terras para viverem na condição de escravos. Chegando a um lugar distante de suas referências culturais e familiares, tendo em vista que os mercadores separavam os parentes, os negros tiveram que reelaborar o seu meio de ver o mundo com as sobras daquilo que restava de sua terra natal.

Isso não quer dizer que eles viviam uma mesma realidade na condição de escravos. Muitos deles, não suportando o trauma da diáspora, recorriam ao suicídio, à violência e aos quilombos para se livrar da exploração e elaborar uma cultura à parte da ordem colonial. Outros conseguiam meios de comprar a sua própria liberdade ou, mesmo sendo vistos como escravos, conquistavam funções e redes de relacionamento que lhes concediam uma vida com maiores possibilidades.

Não se limitando na esfera de contato entre o português e o nativo, essa mistura de povos também abriu novas veredas com a exploração sexual dos senhores sobre as suas escravas. No abuso da carne de suas “mercadorias fêmeas”, mais uma parcela de inclassificáveis se constituía no ambiente colonial. Com o passar do tempo, os paradigmas complexos de reconhecimento dessa nova gente passou a limitar na cor da pele e na renda a distinção dos grupos sociais.

Ainda assim, isso não impedia que o caleidoscópio de gentes estabelecesse uma ampla formação de outras culturas que marcaram a regionalização de tantos espaços. Os citadinos das grandes metrópoles do litoral, os caipiras do interior, os caboclos das regiões áridas do Nordeste, os ribeirinhos da Amazônia, a região de Cerrado e os pampas gaúchos são apenas alguns dos exemplos que escapam da cegueira restritiva das generalizações.

Enquanto tantas sínteses aconteciam sem alcançar um lugar comum, o modelo agroexportador foi mui vagarosamente perdendo espaço para os anseios da modernização capitalista. A força rude e encarecida do trabalho escravo acabou abrindo espaço para a entrada de outros povos do Velho Mundo. Muitos deles, não suportando os abalos causados pelas teorias revolucionárias, o avanço do capitalismo e o fim das monarquias, buscaram uma nova oportunidade nessa já indefinida terra brasilis.

Italianos, alemães, poloneses, japoneses, eslavos e tantos mais não só contribuíram para a exploração de novas terras, como cumpriram as primeiras jornadas de trabalho em ambiente fabril. Assim, chegamos às primeiras décadas do século XX, quando nossos intelectuais modernistas pensaram com mais intensidade essa enorme tralha de culturas que forma a cultura de um só lugar. E assim, apesar das diferenças, frestas, preconceitos e jeitinhos, ainda reconhecemos o tal “brasileiro”.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

 

Próxima excursão!!!


Vamos ao Planetário!

Planetário do Ibirapuera

Foto: Jefferson Pancieri
Tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat) e pelo Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), o Planetário do Ibirapuera passou por várias modificações que o colocaram na era da modernidade.
O novo projetor, StarMaster, fabricado pela Carl Zeiss, tem capacidade para avistar o céu de qualquer ponto conhecido do universo como, por exemplo, a partir de Marte. Por usar um sistema de projeção de fibra óptica, todas as estrelas são reproduzidas em cor e brilho reais.
Inaugurado em janeiro de 1957 - o primeiro da América Latina – conta ainda com novos projetores periféricos que são capazes de trazer para São Paulo as imagens captadas do telescópio espacial Hubble e dos satélites da Nasa, entre outras possibilidades. A cúpula interna tornou-se uma grande tela de projeção e o espectador tem a sensação de estar mais próximo ao céu, tornando as sessões didáticas e divertidas.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

História das coisas



Vídeo bastante interessante sobre a produção e a reciclagem de todos os produtos.




Sustentabilidade

África


Paisagem da África
A África, por se tratar de um continente de clima tropical, salvo algumas regiões, recebe grande insolação, possui temperatura elevada em razão de sua localização geográfica, pois está próxima à linha do Equador e do Trópico de Câncer e de Capricórnio.
É um dos continentes de maior biodiversidade do mundo, fato proveniente da quantidade de energia (calor) que favorece o desenvolvimento de matéria orgânica gerada pela decomposição de plantas, tornando-se propício à germinação de variadas espécies de vegetais, a partir daí habitam nessas plantas insetos e micro-organismos que vão propagar a própria existência da flora, além de compor a cadeia alimentar, pois servem de alimentos para os animais maiores.

No contexto social e, mais precisamente, cultural, o continente africano apresenta uma diversidade muito grande, pois conta com aproximadamente seiscentos povos e trezentas línguas distintas, além de uma infinidade de religiões nativas ou introduzidas.

Os africanos têm uma forte ligação com os brasileiros, pois no período colonial os escravos vieram ao Brasil para trabalhar na produção do açúcar e mais tarde no café, contribuindo assim para a consolidação da cultura no Brasil.

O continente africano é regionalizado e/ou dividido em África Islâmica, situada ao norte, e África Subsaariana, situada ao sul, a diferença básica está na religião, sendo a primeira Islamita e a segunda Animista (candomblé, umbanda, magia negra etc.) que são religiões nativas.
 
Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 31 de julho de 2012


Energia Final


Energia final é como se designa a energia que nós realmente utilizamos: bomba de combustível, energia elétrica domiciliar, óleo doméstico, calor de uma rede comunitária, etc. Esta energia final nos chega depois de numerosas operações a partir as energias ditas primárias: o petróleo, o gás, o carvão, o urânio, ou o carvão vegetal, que são necessários extrair, transportar, refinar; a água, o vento ou o sol, que são necessários capturar; a eletricidade que é necessário produzir e transportar... Estas transformações levam a perdas. É desta maneira que a energia final não representa, na França, 60% da energia primária. A refinação dos produtos petrolíferos e em especial a produção e o transporte da eletricidade são a causa: as centrais nucleares atuais apenas têm efeito de um rendimento de 33 %.

Tradução livre por Thiago Gomes Rios e Aline da Silva Nicodemo. Texto original em francês retirado do sítio: http://www.monde-diplomatique.fr/cartes/consoenergie2003.

Volta às aulas




Com o término das férias escolares, muitas famílias precisam adaptar aos seus horários novamente.
Época de férias realmente é uma maravilha. Mas encerrou-se o mês de julho e juntamente com ele as férias escolares. Com isso muitas famílias precisam adaptar seus horários novamente.

Pensando nessa fase de transição e sobre qual seria a melhor forma de reorganizar a rotina, veja alguns procedimentos orientados por especialistas.

No contexto familiar:

• Para que a criança se adapte novamente à rotina escolar, acorde-a mais cedo. Caso houver necessidade, seja um pouco mais firme. Tenha em mente que o importante é readaptá-la às atividades diárias, já que a criança necessita ter certeza que suas férias encerraram;
• Dialogue sempre com a criança, expondo o quanto é legal voltar às aulas. Aborde por exemplo um assunto que a criança goste como o reencontro com os amigos;
• Verifique a organização do material escolar;
• Deixe que a criança menor de oito anos durma após a aula, em razão de algumas atividades apresentadas em sala de aula serem cansativas;
• Valorize a convivência familiar, seja presente, dispense atenção à criança;

No contexto escolar:

• Desenvolva atividades agradáveis, algo que se estenda até o ambiente familiar;
• Com o intuito de encorajar as crianças a retornar para a sala de aula, deixe as atividades do dia seguinte pré-estabelecidas;
• Proponha um espaço onde as crianças possam contar sobre o que fizeram nas férias. Uma das maneiras de deixarem que elas façam isso de forma mais espontânea, é pedindo que levem uma foto sobre o que fizeram no período de descanso;
• Aplique a rotina das aulas gradativamente.
Por Patrícia Lopes
Graduada em Psicologia
Equipe Brasil Escola

Medindo a Terra


Um dos fatos históricos mais relevantes para a Cartografia foi o cálculo da circuferência da Terra feito por Eratóstenes no século III AC. Por isso, Eratóstenes é conhecido como o pai da Geodésia.
A Circunferência da Terra
Eratóstenes (276 AC) nascido em Cyrene (atual Líbia) foi um escritor, cientista, astrônomo e poeta grego e também o primeiro homem a ter calculado a circunferência da Terra.
Eratóstenes é considerado um dos patronos da geodésia porque ele foi o primeiro a descrever e aplicar uma técnica científica de medida para determinar o tamanho da Terra. Ele usou um princípio simples para calcular o tamanho de um grande círculo terrestre (círculo que atravessa o Polo Norte e Sul).
Sabendo o comprimento de um arco (l) e o tamanho do ângulo central correspondente (alfa), é possível obter o raio da esfera da simples proporção entre o comprimento do arco e o tamanho do grande círculo (ou circunferência, 2.pi.R no qual R é o raio da Terra) igualado à proporção entre o ângulo central e o ângulo da circunferência inteira (360°)

Para determinar o ângulo central alfa, Eratóstenes escolheu a cidade de Syene (atual Aswan) porque o Sol no solstício de verão iluminava o fundo de um poço exatamente ao meio dia, ou seja, neste dia e neste horário o sol estava na vertical sobre este lugar.
Ele assumiu que todos os raios de sol que chegam à Terra são paralelos e observou que os raios de sol em Alexandria no mesmo tempo (solstício de verão ao meio dia) não eram verticais mas sim inclinados de um determinado ângulo que valia 1/50 de uma volta completa da terra.
Usando dados obtidos por agrimensores da época, ele calculou a distância (l) entre Alexandria e Syene como sendo 5.000 stadia.Usando a equação acima, Eratóstenes obteve para o comprimento de um grande círculo, 50 x 5.000 = 250.000 stadia. Usando um valor contemporâneo para o stadium (1 stadium = 185 m), chega-se ao valor de 46.250.000 m.
O resultado é aproximadamente 15% maior em comparação com as medidas modernas, mas o resultado dele foi extremamente bom considerando as suposições e o equipamento com que as observações foram feitas.

Fonte: Copyright ESTEIO - 2000 © -Todos os Direitos Reservados
Desenvolvido pela Equipe da Esteio S.A
http://www.esteio.com.br info@esteio.com.br

Código Florestal


Dilma precisa vetar todas mudanças no Código Florestal
2 de maio de 2012
Por Luiz Zarref
Dirigente da Via Campesina Brasil

Especial para Página do MST
O projeto que altera o Código Florestal brasileiro, votado nesta semana na Câmara dos Deputados, representa a pauta máxima ruralista. A bancada apoiadora do agronegócio e defensora daqueles que cometeram crimes ambientais mostrou sua coesão e conseguiu aprovar um texto de forma entrelaçada, comprometendo todo o projeto.
O texto está de tal forma que se a presidenta Dilma vetar partes dele, continua a mesma coisa. Exemplo: se vetar a distância mínima de floresta recuperada na beira de rios que ficou em 15 metros – atualmente é de 30m -  o texto ainda fica sem nenhuma menção de recuperação nestas áreas. O turismo predatório em mangues também fica permitido, segundo o projeto.
Os ruralistas também aproveitaram para dificultar o processo de Reforma Agrária, com a restrição de dados governamentais para a população e até mesmo com a tentativa de anular as áreas improdutivas por desrespeito ao meio ambiente, tal como manda a constituição.
O pousio, ou seja, o descanso que se dá a terra cultivada, ficou sem qualquer restrição de tempo e de técnica. Isso acaba com o conceito de área improdutiva. O texto viabiliza as áreas que estavam paradas desde a década de 1990 com regeneração de florestas. São 40 milhões de hectares nesta situação.
Além disso, os ruralistas fragilizaram o Cadastro Ambiental Rural, de forma que a população não tenha acesso aos dados, escondendo todos aqueles que cometem crimes ambientais e ferindo o princípio da transparência governamental para a sociedade.
A presidenta Dilma tem 15 dias para anunciar seus vetos, mas movimentos sociais e organizações ambientalistas já estão mobilizados para que a presidente derrube integralmente o projeto que saiu do Congresso Nacional.
A presidenta tem nas mãos, ainda, vasto apoio de parlamentares, organizações camponesas, sindicatos, sociedades científicas, entidades da igreja pelo veto global.
O papel dos setores progressistas é fazer pressão, enfrentar ideologicamente os ruralistas e criar um clima para que a presidenta Dilma faça o veto completo desse projeto. O meio ambiente e a Reforma Agrária estão seriamente comprometidos com este texto que sai do Congresso Nacional.
fonte:

Curiosidades - Geografia





Rússia: Porção no território Europeu e a outra no Asiático. Lembrando que a divisão física entre estes dois continentes é conflituosa, pois os dois pertencem ao mesmo bloco continental.. a Eurásia.. As divisões continentais ou em regiões são mais eficientes quando falamos em economia e\ou cultura.