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sábado, 25 de agosto de 2012

Preparando para o Planetário

Essa semana postaremos diversos vídeos para aguçar a curiosidade sobre o Cosmos e o Universo.

O primeiro vídeo é:

  Os Segredos do Universo - Ep. 04






Nesse ep, é abordado o assunto sobre como tudo se originou, quais as teorias sobre o Big Bang e o que poderia ter havido antes dele.


Continuaremos postando videos sobre Astronomia e a história da vida e do tempo.
É isso. 

L. H. Hoffmann

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Múmia da Sibéria tem tatuagens intactas de 2.500 anos



Foi encontrado na Rússia o corpo de uma "princesa" da Sibéria com tatuagens de 2.500 atrás. A arte corporal continua intacta e, nela, estão retratadas criaturas mitológicas, segundo o site Daily Mail.
Os especialistas dizem que os desenhos elaborados dão o sinal da idade e do estado dos antigos povos nômades, os Pazyryk, descritas no século 5 antes de Cristo pelo grego Heródoto.
A cientista Natalia Polosmak, que descobriu os restos da princesa Ukok, ficou surpresa pela pouca mudança que as tatuagens tiveram em dois milênios.
Além disso, isso mostra que os padrões utilizados para fazer a tatuagem ainda são usados até hoje: tamanho e região do corpo.
— Nada muda com os anos, pois o corpo permanece o mesmo e a pessoa que faz uma tatuagem agora fica cada vez mais próxima de seus antepassados.
A cientista também explica que as tatuagens foram usadas para expressar alguns pensamentos e definir uma posição, na sociedade e no mundo.
Entre os desenhos, há um cervo com o bico de um abutre, chifres decorados com cabeças de grifos e a boca de uma pantera, segundo o site Siberian Times.
A reconstrução das tatuagens nas imagens mostradas coincide com a mudança dos restos mortais da princesa, que permanece em um sarcófago de vidro permanente no Museu Nacional de Gorno-Altaisk, na República de Altai. Eventualmente ela será exibida para os visitantes.

Fonte: (http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/mumia-da-siberia-tem-tatuagens-intactas-de-2-500-anos-20120814.html?question=0)

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Alienígenas, fato ou ficção?

Esse é um episódio da série "Os Grandes Mistérios do Universo" da History Channel, a série toda é muito boa e vale a pena assistir!!


Mônica P. L.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Estudo indica homem primitivo não estava sozinho


                                                          Foto: Freed Spoor/Nature
O antepassado do homem moderno dividiu o planeta com pelo menos outras duas espécies relacionadas quase 2 milhões de anos atrás, afirmaram cientistas nesta quarta-feira, apontando para peças recém escavadas de um quebra-cabeças que já dura 40 anos.
As descobertas, publicadas na revista científica Nature, tratam da odisseia do nosso ancestral, o humano primitivo de postura ereta conhecido como Homo erectus. O H. erectus e o parente construtor de ferramentas denominadoHomo habilis foram provavelmente contemporâneos de uma espécie ainda mais antiga, denominada Homo rudolfensis, argumentam os cientistas.
"A evolução humana não (é) claramente a linha reta que se pensava anteriormente", afirmou o coautor do estudo, Fred Spoor, em teleconferência. Spoor e uma equipe de cientistas escavou fragmentos de dentes, face e mandíbula datados do período Pleistoceno, em um sítio a leste do lago Turkana, no norte do Quênia, entre 2007 e 2009. A descoberta pôs um fim a uma busca angustiante por pistas sobre o hominídeo de rosto reto e grande cérebro, cujo crânio tinha sido encontrado ali perto em 1972.
 Paleontólogos Meave Leakey e Fred Spoor, autores do estudo, aparecem coletando fósseis no Quênia, perto do local onde foi encontrada a mandíbula KNM-ER 62000 (Foto: Mike Hettwer/National Geographic/Nature)

Conhecido como KNM-ER 1470 ou simplesmente como 1470, o hominídeo teria vivido cerca de 2 milhões de anos atrás. Mas esta foi a única coisa que ficou clara, já que paleontólogos brigaram asperamente sobre sua identidade.

Até 2007, tal evidência permaneceu indefinida, uma vez que no crânio faltava o osso da mandíbula inferior, parte vital da evidência. "Então, nossa sorte mudou magicamente e no prazo de três anos, encontramos três fósseis que acreditamos ser tributáveis à mesma espécie do 1470", disse Meave Leakey, que tinha descoberto o 1470 juntamente com seu marido, Richard Leakey.

Louise, a filha do casal, integrava a equipe que descobriu os novos fósseis. Os novos fragmentos de dois indivíduos que se parecem com o 1470 têm entre 1,78 e 1,95 milhão de anos e foram encontrados no raio de 1 km do local onde foi descoberto o 1470. "Um dos grandes problemas com o crânio do 1470 era que, embora fosse notavelmente completo, com a caixa craniana completa e uma parte considerável da face, não tinha dentes, nem a mandíbula inferior", disse Spoor.

"Este (novo) pequeno crânio tem dentes e de fato os dentes estão muito bem preservados", acrescentou. Os novos fósseis foram cuidadosamente removidos do arenito usando uma broca de dentista antes de serem escaneados por dentro e por fora em um hospital de Nairóbi, capital do Quênia.
                                          
                                                                                 Foto: Freed Spoor/Nature

                                               Foto: Mike Hettwer/National Geographic/Nature
Os escâneres foram usados em uma reconstrução virtual de toda a mandíbula inferior, que demonstrou ter um bom encaixe com a mandíbula superior do 1470. O resultado: um hominídeo que muito provavelmente é de uma linhagem mais antiga do homo chamada H. rudolfensis. Se assim for, significa um golpe em uma teoria contrária de que o 1470 seria um Homo habilis com má-formação.
"Falando estatisticamente, as chances de que esta seja realmente uma espécie diferente aumentaram enormemente", disse Spoor. As três espécies supostamente ficaram fora do caminho umas das outras e tinham alimentação diferente, supõem os autores.
A descoberta é "significativa porque eles respondem a uma questão chave em nosso passado evolutivo: quão diverso foi nosso gênero perto da base da linhagem humana?", explicou Leakey.
Para outros especialistas, a descoberta mostrou que a família humana de 6 milhões de anos teve três raízes complexas, mas alertaram sobre como deviam ser interpretadas.
Algumas autoridades, por exemplo, argumentam que o Homo erectus evoluiu do Homo habilis, enquanto outros insistem que os dois eram primos ou espécies irmãs.
Os fósseis "ajudam a confirmar a existência de um tipo distinto de humano antigo cerca de 2 milhões de anos atrás", afirmou Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres.

Lopes, M.P.
Fonte (http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/08/cientistas-descobrem-fosseis-de-nova-especie-de-hominideo-na-africa.html)

domingo, 5 de agosto de 2012

Inteligência primata

Não é de hoje que a ciência se pergunta quais são, afinal, as diferenças estruturais entre os cérebros de homens e os de macacos que tornam únicos os primeiros. Para alguns primatologistas, porém, essa é a pergunta errada. Descobertas recentes sobre a inteligência de símios tidos como menos evoluídos -como o macaco-prego- podem dar rumos novos às pesquisas sobre semelhanças e diferenças entre os humanos e os outros primatas. A procura de estruturas cerebrais que sejam exclusivas do homem cada vez mais esbarra em coincidências, enquanto a habilidade dos macacos de mostrar comportamento social complexo ataca a visão antropocêntrica pelo outro lado.

A polêmica não é nova. Vem desde o século 19, quando a teoria da evolução de Charles Darwin (1809-1882) sugeriu pela primeira vez que seres humanos e chimpanzés têm ancestrais em comum. Isso tudo é aceito hoje, com poucas restrições entre leigos, mas chegou ao limite na outra ponta. Alguns grupos de defesa dos primatas nos EUA reivindicam que os chimpanzés adquiram status de humanos sob tutela. "Quando deixa de ser antropocêntrica, a pessoa vira primatocêntrica", ironiza o pesquisador Eduardo Ottoni, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, especialista em comportamento animal.

O estudo dos chamados hominóides não-humanos, as quatro espécies de macacos evolutivamente mais próximas do homem, converge para uma conclusão: boa parte do repertório comportamental que era tido como exclusivamente humano na verdade surgiu antes da marca de 6 milhões de anos atrás, quando o homem começou a se diferenciar de chimpanzés, gorilas, orangotangos e bonobos, os macacos do Velho Mundo.

A tentativa de limitar a observação de traços "humanos" a essas quatro espécies, porém, está indo por água abaixo. Um grupo de brasileiros está entre os culpados por essa reviravolta. Pesquisadores da USP observaram animais em semiliberdade no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo, e descobriram que um dos macacos do Novo Mundo é capaz de utilizar ferramentas na natureza com uma habilidade vista anteriormente apenas entre os hominóides.

Invasão cultural O demolidor de paradigmas é o macaco-prego (Cebus apella), mais conhecido por invadir cozinhas e roubar comida nas áreas rurais próximas de florestas. Um grupo liderado por Ottoni vem observando o modo como esses animais quebram frutos secos com pedras e, sobretudo, a maneira de cada indivíduo aprender a técnica observando outro, um tipo de transmissão cultural.

"Tecnologia era uma daquelas coisas tratadas assim: "Isso é humano, os animais usam só suas garras e seus dentes". Até que, por volta dos anos 70, a pesquisadora Jane Goodall começou a descrever o uso de ferramentas pelos chimpanzés", conta Ottoni. "Mas alguém pode dizer: "Isso é normal, porque o chimpanzé é quase humano". Aí entra a graça da nossa pesquisa com macaco-prego, que está muito longe dessa família. O ancestral comum viveu há 40 milhões de anos."

Para Ottoni, parte do tabu construído em torno das características "humanas" dos macacos caiu com o reconhecimento de que chimpanzés também possuem sua cultura. Em outras palavras, esses macacos transmitem conhecimento através de gerações. Foi mais um limite derrubado na diferenciação entre os homens e seus parentes mais próximos.

"Limite é uma coisa meio cristã, ligada a esse tipo de maniqueísmo da cultura ocidental. Dizem "aqui é o bem, aqui é o mal". Da mesma maneira, se diz "ali é o animal, aqui é o humano". Isso não existe. A ciência natural se delicia em chutar cada um desses limites." Com o entusiasmo de quem está ajudando a fazer isso, Ottoni descreve a principal atividade tecnológica do macaco-prego, a quebra de coquinhos: "Ele põe uma pedra embaixo, lisa, depois põe o coco e golpeia com outra".


Fonte : (http://www.ip.usp.br/imprensa/midia/2002/fsp20_01_2002.html)

sábado, 4 de agosto de 2012

Viagem aos Limites do Universo

Boas..

Para aqueles que estão ansiosos para a excursão ao Planetário, resolvi postar um vídeo sobre os Limites do Universo.

Um excelente documentário da National Geographic.

Assistam e deixem comentários.

É isso ai.

L. H. Hoffmann


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Próxima excursão!!!


Vamos ao Planetário!

Planetário do Ibirapuera

Foto: Jefferson Pancieri
Tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat) e pelo Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), o Planetário do Ibirapuera passou por várias modificações que o colocaram na era da modernidade.
O novo projetor, StarMaster, fabricado pela Carl Zeiss, tem capacidade para avistar o céu de qualquer ponto conhecido do universo como, por exemplo, a partir de Marte. Por usar um sistema de projeção de fibra óptica, todas as estrelas são reproduzidas em cor e brilho reais.
Inaugurado em janeiro de 1957 - o primeiro da América Latina – conta ainda com novos projetores periféricos que são capazes de trazer para São Paulo as imagens captadas do telescópio espacial Hubble e dos satélites da Nasa, entre outras possibilidades. A cúpula interna tornou-se uma grande tela de projeção e o espectador tem a sensação de estar mais próximo ao céu, tornando as sessões didáticas e divertidas.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Volta às aulas




Com o término das férias escolares, muitas famílias precisam adaptar aos seus horários novamente.
Época de férias realmente é uma maravilha. Mas encerrou-se o mês de julho e juntamente com ele as férias escolares. Com isso muitas famílias precisam adaptar seus horários novamente.

Pensando nessa fase de transição e sobre qual seria a melhor forma de reorganizar a rotina, veja alguns procedimentos orientados por especialistas.

No contexto familiar:

• Para que a criança se adapte novamente à rotina escolar, acorde-a mais cedo. Caso houver necessidade, seja um pouco mais firme. Tenha em mente que o importante é readaptá-la às atividades diárias, já que a criança necessita ter certeza que suas férias encerraram;
• Dialogue sempre com a criança, expondo o quanto é legal voltar às aulas. Aborde por exemplo um assunto que a criança goste como o reencontro com os amigos;
• Verifique a organização do material escolar;
• Deixe que a criança menor de oito anos durma após a aula, em razão de algumas atividades apresentadas em sala de aula serem cansativas;
• Valorize a convivência familiar, seja presente, dispense atenção à criança;

No contexto escolar:

• Desenvolva atividades agradáveis, algo que se estenda até o ambiente familiar;
• Com o intuito de encorajar as crianças a retornar para a sala de aula, deixe as atividades do dia seguinte pré-estabelecidas;
• Proponha um espaço onde as crianças possam contar sobre o que fizeram nas férias. Uma das maneiras de deixarem que elas façam isso de forma mais espontânea, é pedindo que levem uma foto sobre o que fizeram no período de descanso;
• Aplique a rotina das aulas gradativamente.
Por Patrícia Lopes
Graduada em Psicologia
Equipe Brasil Escola

Zoológico - Fotos